É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

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um passo de cada vez

30 de abril de 2016 | 0 comentários

O choro ainda engasga na garganta, mas depois passa. A fome, sumida há alguns dias, deu as caras, me obrigando a comer um miojo sabor carne. Já a gastrite, ah, essa não deu trégua, ainda está aqui, fazendo um buraco no meu estômago, mostrando que nem tudo é tão simples assim. Porém, de um modo geral, a vida está seguindo. Sem nenhuma certeza, sem nenhuma saída. Aos poucos, percebo que, melhor que mergulhar na escuridão, é encontrar a luz para achar novamente o caminho. Ainda é somente uma lanterna, mas já brilha, mostrando que é possível catar os cacos, refazer o mosaico e ir avante. O segredo, no momento, é continuar respirando. Continuar.

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