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27 de abril de 2016

Eu odeio o quão volúvel eu sou.
Te amo; te odeio; vá pro inferno; fique comigo; viajarei; nunca sairei de casa.
Esse descompasso que domina meu ser não é só irritante: é auto-destrutivo. Mudo de opnião mais vezes do que mudo de roupa, e fora minha vontade incontrolável de blogar, nada em mim foi constante.
Ontem eu era à você indiferente, hoje choro suas dores, renegando as minhas.
Ó, ceús, quando isso irá parar?

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