#4 DYC: 7 Desejos

29 de junho de 2018

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Mais um post inútil porque eu estou um pouco entediada. eu preferia estar jogando lol. tô circulando entre páginas do falecido livejournal e olhando meu namorado dormir com o celular na mão. tenho que cuidar dos filhos da minha irmã hoje. não posso dormir. ainda não. mas eu tô com um pouco de sono já.... eu realmente não sei porque tô publicando aqui depois de tanto tempo sem manter o blog ativo... só fiquei com saudade.
  • Casa no campo, onde eu possa morar com 'ele' e viver tranquila
  • Completar todas as minhas "enciclopédias"
  • Iniciar na wicca 
  • Estar bem comigo mesma ou
  • Ser bonitinha
  • Ter vários bichinhos e poder cuidar deles com dignidade etc
  • Paz mundial

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DAM #3: Textos favoritos

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eu nem sei com que cara começo isso... eu deveria ter terminado essa tag há 84 anos atrás. eu realmente sou muito enrolada e preguiçosa. Eu gosto de voltar e ler uns textos meus, principalmente os quais eu estava feliz/animada... gosto de tentar reviver esse sentimento. tem uns tristes também, tipo a carta de suicídio da Susan Ashworth, que obviamente não é de minha autoria, mas eu me identifico TANTO com ela.

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o inverno habitou em mim

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não sei o que me deu hoje. eu dormi bem. acordei bem. algo me mordeu. eu não sou mais eu, ou sou ainda não sei. não sei quem é essa que vejo no espelho. eu tenho vontade de matá-la por ser tão odiosa. eu tenho vontade de me morder. me arranhar. me bater de encontro às paredes, bate com a cabeça tão forte que esqueça tudo, perca todos os pensamentos e memórias, e que não lembre mais de mim. eu queria saber porque me odeio tanto. tenho esse vazio enorme no meu peito. me dá vontade de esvaziar tudo. panelas, páginas, o sangue que tenho dentro de mim. vê-lo escorrendo pelo meu braço em um enorme buraco era o que eu mais desejava agora. infelizmente estou na casa da minha mãe. não posso dar o desgosto de me machucar aqui. eu sei que sou um mistério pra ela. ela não merecia uma filha tão lixo como eu. mas não sei me abrir. não sei dizer o que sinto. como poderia? se o que sinto é tão violento e ultrajante?
tenho medo de mim mesma, do que posso fazer em um momento de raiva. sei que não irei machucar ninguém além de mim mesma. mas sei lá, filhos não podem morrer primeiro, não é? esse relógio não pode correr ao contrário. é, tem meu avô também. eu só queria saber o que diriam e pensariam, quando eu realmente fizesse isso. me jogasse da maldita sacada, me jogasse na frente de um carro ou sei lá.... "nunca imaginei" (?) minha irmã com certeza diria: "ela sempre foi estranha e triste". eu me sinto estranha e triste nesse momento. queria um abraço. queria um beijo. queria não ser eu.

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